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3fs

13/01/2004 01:20
Atendendo ao pedido de Tatiana Resende, vou escrever aqui uma aventura do trabalho. No último domingo, fui cobrir a apresentação que as russas do nado sincronizado fizeram no Clube Português. Adianto a vcs que foi maravilhoso. Elas realmente são as melhores do planeta e mostraram pq são as atuais campeãs olímpicas e tricampeãs mundiais.

Ao todo foram 11 coreografias apresentadas, inclusive uma que será levada aos Jogos Olímpicos deste ano, em Atenas (Dança Russa – um pout-porri de músicas que compõem o folclore desse país). Ao contrário do que se parece, as russas são muito simpáticas. Sempre estavam sorridentes, apesar do sol escaldante. Ao meio-dia e pouco – quando acabaram as apresentações – elas estavam completamente vermelhas. Acho q vão passar alguns dias com dificuldades para dormir. Huahuahauha!!!!

Agora pense num país para gostar do nome Tatiana. Na delegação que está fazendo um giro pelo Brasil, tinham várias. Aliás, Tati (a nefasta de Economia, que não é russa) já tinha comentado isso comigo, por conta de uma jogadora de vôlei russa (uma gata por sinal). Outro nome bem popular pelas bandas de lá é Elena (sem o H). Tbm tinham várias na delegação. Sobre a beleza russa (claro que tinha de reparar nisso)... algumas passaram por média, no entanto... sou muito mais o produto nacional.

O interessante é que não tinha um intérprete sequer acompanhando elas. Na hora da entrevista, a única que arranhava um portunhol era a chefe das técnicas, Tatiana Provokskaya (pense em cada sobrenome complicado). Ela já morou no Brasil durante um tempo, mais precisamente no Rio de Janeiro. Tivemos que falar bem devagar com ela. No final, quando fui perguntar: “O que falta para o nado sincronizado se desenvolver ainda mais no Brasil?”. Fudeu... A mulher olhou pra mim e disse: “Não entendo faltar. O que ser faltar???”. Fui tentar reformular a pergunta... compliquei ainda mais.

Ela começou a ficar nervosa e eu nem se fala... pense numa situação. Eis que ela chamou uma pessoa que trabalha na CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos) para tentar resolver os ruídos de comunicação. A mulher perguntou o que eu queria saber de Tatiana e reformulou o questionamento: “Do que o Brasil precisa para melhorar?”. Simples né... me senti uma anta e ao mesmo tempo aliviado. Quando a gente fica nervoso, o negócio complica mesmo... mas Tatiana (a Provokskaya) é um amor de pessoa. Super simpática. Tati (a nefasta), vc é tbm. :P

Enfim... consegui fazer as matérias e pude sentir, mesmo que seja bem pouquinho mesmo, um pouco do clima olímpico. Quem sabe um dia né??? Como já dizia um samba da Mocidade: “Sonhar não custa nada”.

OBS 1: Ainda estamos devendo o restante das informações sobre a viagem a Fortaleza. Aguardem que mais tarde um post será colocado.

OBS 2: Será que Filipe vai querer comentar suas experiências com as drags?!?!?!?! Hehehehehehehehehehehehe!!!!

FUI!!!!!!!!!!!!!!
enviada por Flávio Batista






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